05-08-17

EU E MEU NAMORADO NO RANCHO

Olá leitores, meu nome é Sara, 27 anos, solteira, 1,60, 55 quilos, pele branca, cabelos negros e corpo peludinho. Escrevo a pedido do meu namorado que me incentivou a ler alguns relatos eróticos e escrever este referente ao nosso primeiro encontro. Quem quiser ler a versão dele basta procurar o relato de nome “Eu e minha namorada no rancho”. Primeiro considero interessante citar que sou uma mulher bastante feliz na convivência familiar e cresci sem qualquer preconceito com relação a sexo. Aliás esse assunto nunca foi tabu na minha casa. Meus pais têm uma vida sexual bastante ativa e não foram poucas as vezes que espionei os dois transando. Aprendi cedo as delícias do sexo, primeiramente descobrindo os prazeres que o meu corpo pode me proporcionar. Me masturbei pela primeira vez aos 14 anos e perdi a virgindade aos 17. Tive vários namorados com os quais transei e, além do sexo vaginal, sempre gostei do oral. Nunca havia feito anal, pois com exceção de um, nenhum outro havia me pedido. Esse único que me pediu não ganhou por ele ter um membro de proporções avantajadas tanto na circunferência quanto no comprimento, comprimento este que me causava um certo desconforto tocando forte o útero e eu não tive coragem de fazer anal com ele. Tenho uma prima que é quase irmã com a qual troco segredos, inclusive íntimos. Depois dos nossos namorados fomos as primeiras a saber da perda de virgindade de ambas, do primeiro sexo oral, da primeira gozada na boca que ganhamos e muito mais. Ela, sem qualquer inibição, numa noite em que dormiu na minha casa após encontrar-se com o namorado confessou: “Prima, estou com a bundinha dolorida, levei a maior enrabada do meu namorado hoje!” Ante minha surpresa ela ainda contou detalhes picantes. Tive que me masturbar naquela noite pra conseguir dormir. Desde essa noite sinto vontade de fazer anal. Na minha casa meus pais nunca esconderam suas estrepolias, bastava meu pai chegar de viagem e iam direto pro quarto e transavam por horas sem se preocupar com ruídos ou outra evidência, era comum esquecerem lubrificantes, camisinhas ou papel higiênico usados sobre o criado mudo. Um dia descobri no guarda roupa da minha mãe uma coleção de acessórios eróticos, entre eles muitos consolos que ela usava quando meu pai viajava. De vários tamanhos e cores e eu não sosseguei enquanto não experimentei todos. Sempre que ficava sozinha eu punha no vídeo um dos muitos filmes pornôs que meu pai escondia e nuazinha sentava no sofá com as pernas abertas apoiadas sobre a mesinha de centro. Assistia e me masturbava até ficar molhadinha pra depois enfiar na minha pererequinha um dos amiguinhos da minha mãe. Ah!, quanto prazer já tive com aqueles brinquedinhos! Outra coisa que quero comentar é que adoro dar nomes de animais pra minha xoxotinha – além de pererequinha, gosto de chamá-la de ratinha, ursinha, pombinha, acho que aprendi da minha mãe que sempre fala assim. Já o instrumento masculino prefiro chamá-lo de pinto mesmo, se bem que espiando meus pais e conversando com minha prima aprendi muitos outros tais como: pau, cacete, caralho, pica, piroca, vara, pepino, mandioca e etc. Não pensem que sou obscena o tempo todo, só falo assim quando fico excitada e admito que no momento estou me excitando. Bem, melhor iniciar o relato. Eu tinha um namorado que morava fora do país e não nos víamos a uns 6 meses. Imaginem a minha falta de homem! Conheci meu atual namorado em trilhas de jipes e imediatamente senti tesão por ele mas não tive coragem de me entregar. Foram vários encontros em que trocamos beijos e algumas carícias. Embora fosse possível eu não conseguia aceitar a idéia de ir pra cama com ele. A maneira dele me olhar me excitava muito, ele parecia sentir fome do meu corpo. Num dos encontros furtivos ele me confessou que adorava mulheres peludinhas e isso tenho de sobra. Minha ursinha, naquela época já estava peludinha mas decidi, então, deixar os pelos crescerem livremente e só eliminando aqueles que escapavam pelas laterais do biquíni. Meu instinto feminino dizia que não demoraria muito para eu ir pra cama com ele. Aconteceu uma noite em que nos beijávamos como dois tarados, ele queria me levar pro chalé dele e eu, embora quisesse, recusei, mas o meu tesão era tanto que teve um momento em que me agarrei a ele, esfreguei minha pomba na coxa dele como se tivesse trepando, como faz um cachorro no cio. Minha vontade era subir no pinto e enfiá-lo todo dentro de mim e foder bem gostoso. Ele ameaçou ir embora, eu quis convencê-lo de que eu também queria, então virei-me de costas e esfreguei minha bunda nele, senti o pinto duro dentro da bermuda roçando meu rego, puxei as mãos dele pros meus seios e mais uma vez imitei o movimento de cópula como se ele estivesse me enrabando. Acho que por eu nunca ter feito sexo anal morria de vontade, afinal pra que serve um rabo enorme como o meu né!? Mas isso não se sai por aí oferecendo, tem que acontecer naturalmente. Admito que naquela hora forcei minha musculatura anal várias vezes fazendo piscar meu cuzinho, eu me imaginava toda nua com o pinto dele dentro da minha bunda. Mais uma vez meu instinto feminino me dizia: “É com esse homem que vou perder minha virgindade anal!” Bem, depois de tantos encontros e desencontros decidi aceitar um convite para ir com ele a uma casa na beira de um rio que, segundo ele, era um local muito bonito, super discreto, longe da vista de outras pessoas e onde se podia tomar sol completamente nus. Naquela sexta feira acordei excitadíssima, a xota amanheceu molhada e bastou me acariciar um pouquinho pra ela começar a babar em meus dedos. Iniciei uma leve carícia mas desisti de gozar para guardar energias pro meu gato. Pouco antes do almoço iniciei os preparativos – peguei umas poucas roupas, depilei pernas, tomei um belo banho e lavei minha vasta cabeleira vaginal com shampoo deixando tudo muito sedoso e cheiroso e escolhi uma calcinha de tamanho médio mas bastante sexy. Embora minha intenção não fosse tirá-la antes de anoitecer nunca se sabe o que pode acontecer no caminho. Vesti também mini saia jeans, sutiã meia-taça e um minúsculo top branco. Modéstia parte fiquei super gostosa e pude perceber que agradei logo que entrei no carro, ele me olhou como se quisesse me comer ali mesmo. Paramos para almoçar num posto de beira de estrada e foi logo após o almoço que resolvi provocá-lo: fomos para o banheiro escovar os dentes e aproveitei para levar, sem que ele visse, uma pedra de gelo. Após a escovação entrei num dos boxes, tirei o sutiã e passei o gelo nas laterais do corpo, próximo aos seios me causando um delicioso arrepio. Meus mamilos ficaram eriçados, mas para caprichar ainda mais, usei a pedrinha diretamente neles fazendo com que ficassem duríssimos. Sai dali e fui encontrá-lo. O tecido de algodão fino mostrava claramente meus seios avantajados balançando e os mamilos pareciam querer furar a pequena vestimenta. Eu chamava a atenção não só de homens como também das mulheres. Me senti pouco envergonhada mas bastou ver o sorriso feliz dele ao me ver que esqueci este sentimento. Bastou entrarmos no carro que ganhei um elogio e uma mão atrevida a me pegar nos peitos semi expostos. Antes que ele avançasse e eu não conseguisse resistir pedi para continuarmos viagem. Minha excitação era constante, acho que eu antevia o delicioso fim de semana que teria. Mas foi quando saímos dos asfalto que me senti mais atraída por aquele homem. Me sentia mais feminina, imaginava como seria aquele gato nu, pensava nas muitas coisas que faríamos juntos. Ao chegarmos descarregamos o jipe, arrumamos as coisas e o convidei a tomar banho de rio. Percebi que ele me queria na cama mas decidi deixar para a noitinha. Me troquei sozinha, longe da vista dele, pois sabia que se me visse nua seria inevitável me entregar, era visível nos olhos dele a “fome” que ele sentia por mim. Ao ficar completamente nua, antes de vestir o biquíni, apreciei meu corpo, ainda jovem e naturalmente belo, seios entre médios e grandes, cintura fina, quadril largo denunciando o traseiro avantajado, pernas malhadas e entre elas... bem, entre elas uma xoxota totalmente escondida por uma cabeleira vasta de pelos negros, longos, sedosos e perfumados. Acariciei minha fenda sentindo a umidade que brotava e falei pra ela: “Calma, logo a noitinha você terá o que precisa, você tá carente né!?” Cabe esclarecer aqui que tenho o hábito de tratar minha xota como se ela tivesse vida própria e, às vezes é isso que acontece. Tem dias que ela passa o dia todo molhada, necessitada, tadinha! Posso até estar fisicamente cansada mas tenho que masturbá-la antes de dormir, pois só assim ela me deixa pegar no sono. Engraçado não!? Vesti o biquíni e tomamos um refrescante banho de rio onde nos acariciamos e pude sentir o quanto o pinto daquele macho gostoso estava duro, o short tornou-se pequeno. Decidi sair antes que ele me comesse a força ali mesmo. Tomei um belo banho, perfumei minha pentelheira, afinal ele sempre disse que gostava. Tomamos um vinho durante o jantar e finalmente fomos pra cama. Sai do banheiro e ele me esperava sob o lençol. Minha camisolinha transparente denunciava minha semi-nudez, seios soltos balançavam levemente e minha pequenina calcinha fio dental não conseguia prender todos os pentelhinhos que pareciam sofrer com o calor do local e teimavam em escapar pelas laterais. Nem liguei pois ele sempre me disse que gostava de xota peluda, pois eu iria oferecer a xota mais peluda que ele provavelmente já tinha provado. Fui pra cama e me senti homenageada quando vi lençol estufado parecendo um circo. Antes mesmo de nos tocarmos o macho já demonstrava o forte desejo por mim. O meu corpo sedento de sexo se atirou sobre ele, arranquei o lençol e tive a excitante visão de ver o macho nu, pinto duríssimo apontando pro teto como um mastro em riste aguardando que lhe colocassem uma bandeira. Aliás um belíssimo pinto, grosso, reto, cabeça bem definida, arroxeada, brilhante, e o mais excitante: quase que totalmente sem pelos. Apenas um montinho bem aparado logo acima da base sendo o resto todo, inclusive o saco, completamente raspado, lindo, lindo, lindo! Admito que eu já havia visto vários mas nunca um tão excitante como aquele. Grudamos nossas bocas e agarrei com a mão aquele objeto masculino, delírio feminino que se oferecia a mim. Senti a dureza, a grossura, o calor e alisando a cabeça senti o mel lubrificante que brotava dali. Eu já ia chupar mas ele me agarrou, beijou e chupou meus seios, mamilos, barriga e foi descendo. Quando tirou minha calcinha pude ver nos olhos dele a admiração por ver tantos pelos. Beijou tudo ali, desceu mais, afastou os pelos, lambeu a racha molhada e colou a boca sorvendo todo o caldo lubrificante que brotava. Sim, minha pererequinha estava meladíssima, o suco escorria molhando até meu cuzinho tamanho era meu tesão por aquele homem. A língua curiosa vasculhava meu interior, comecei a sentir correntes elétricas cortando meu corpo o que me levou ao gozo em poucos minutos ele. Não sei bem o que disse durante o gozo mas acho que gritei algo como: “Chupa minha ursinha peluda, me faz gozar!” Logo depois peguei aquele pintão duro e enfiei na boca, chupei, senti o sabor e o calor daquele mastro de nervos. Masturbei, bati no meu rosto e senti o peso daquele nervo duro, espremi e lambi o caldo que brotava, lambia desde as bolas do saco e todo o corpo do pau até engolir a cabeça e fazê-la tocar minha garganta. Iniciei movimento de sobe e desce com a boca imitando um foda fazendo ele gemer. Acho que se continuasse ele acabaria gozando na minha boca, mas ele me pegou, jogou-me na cama e veio pra cima do meu corpo. Automaticamente, acho que foi o tal instinto feminino, abri, ou melhor, arreganhei as pernas pro garanhão chamando-o para o meio delas. Eu queria, precisava daquele pinto a me penetrar as carnes mais íntimas. Afastei os pelos e a cabeça entrou me abrindo o canal úmido e trazendo com ela todo o pinto grosso. Me senti fêmea, aberta e rasgada ao meio pelo macho viril. Minha fome e meu atraso de homem era tanto que gozei em pouco minutos gemendo e implorando por pau. Me senti meio puta, sei lá. Ele não havia gozado e me puxou pro cantinho da cama e me pegou novamente na posição frango-assado. O pinto entrava tudo e eu sentia o saco batendo no meu cuzinho, depois ele tirava tudo e voltava a meter, às vezes lentamente, outras vezes com força. Depois de um tempo eu já implorava pra ele me fazer gozar novamente mas ele sempre diminuía o ritmo quando se aproximava do orgasmo. Acho que ele meteu em mim por mais de meia hora e só então anunciou que ia gozar: “Ai, vou gozar, vou gozar nessa buceta gostosa, ahhh” Não resisti ao ouvir tantas obscenidades e gozei junto com ele. Naquela noite dormimos satisfeitos e cansados. Mas foi na manhã seguinte que tive a grata surpresa de ganhar café da manhã na cama. Eu nunca tinha visto aquilo e achei engraçado e excitante – sobre a bandeja ele trouxe diversas coisas mas uma era especial, fez um sanduíche de pãozinho e o recheio era o próprio pinto que estava duro e com a cabeça pra fora do pão. Peguei, lambi e chupei a cabeça brilhante que começou a babar na minha língua. Eu queria continuar mas ele lembrou que deveríamos tomar café para repor energias. Depois de comermos ele saiu com a bandeja me deixando sozinha. Lembrei-me do sanduíche e iniciei uma lenta carícia em meus seios e na minha ursinha peluda. Ele entrou de repente e me pegou naquela situação. Como eu estava excitada pedi pra ele me dar daquele recheio de sanduíche. Digo aos leitores, principalmente às leitoras que ver aquele homem andando nu pela casa me dava muito, mas muito tesão mesmo. Quando ele se aproximou peguei o pinto ainda mole e o enfiei todo na boca. Senti ele endurecendo e engrossando até não caber mais. Eu queria continuar mas ele me deitou e veio chupar minha peludinha. Como havíamos transado na noite anterior e eu não havia me lavado me senti na obrigação de avisá-lo mas ele ficou mais tesudo ainda e disse que gostava de sentir o cheiro natural de uma xota, principalmente se ela estivesse “usadinha”. Putz, meu tesão foi ao céu quando senti a língua quente me invadindo a racha e lambendo tudo ali. Não resisti e gozei gostoso na boca daquele macho. Depois ele saiu e eu fui procurar algo para vestir. Como não encontrei nada resolvi sair pelada mesmo. Procurei por ele mas também não o encontrei e então fui para fora e me deitei nuazinha sobre uns colchões que estavam ao sol. Deitei-me de bruços sentindo o sol penetrar-me o reguinho e esquentar meu botãozinho – ele nunca havia tomado sol e eu fiquei imaginando como seria fazer sexo anal com aquele homem. De repente ele chegou e veio direto pro meio das minhas pernas, o safado estava apreciando minha ursinha peluda e minha bundinha aberta pro sol. Me lambeu o rego me fazendo desejar ainda mais por sexo anal. Lambeu meus pelos tentando achar a rachinha e então propus raspar para facilitar as coisas. Deixei ele deitado e fui buscar o barbeador. Quando voltei ele estava deitado de costas e então tive uma idéia. Me aproximei, subi no colchão e, em pé, com os pés afastados fiquei bem sobre o rosto dele deixando ele ver minha peludinha. Abaixei um pouco o quadril e aproximei minha racha do nariz dele. Foi nessa hora que vi o pinto pulsando, pulando, crescendo e engrossando. Nossa! O homem ficava de pinto duro só de ver e sentir o cheiro da xota! E o pinto foi endurecendo e engrossando até apontar o céu. Não mais agüentei me segurar e sentei, sim, sentei no rosto dele e ainda rebolei meu rabão melando até a testa dele com meu caldo. E admito que não resisti e fiz ele lamber meu cuzinho também. Uau! Foram uns poucos minutos e me desmanchei em outro gozo escandaloso. Acho que desmaiei e quando voltei ao normal ele estava me raspando a xana deixando a entradinha toda pelada e um montinho de pelos logo acima do grelinho. Acho que perdi completamente a vergonha naquela hora, afinal ele já havia descoberto meu tesourinho. Então virei-me de bruços, fiquei de 4 e pedi descaradamente pra ele raspar meu reguinho também. Eu estava super a fim de dar a bundinha pra ele e não perdia uma oportunidade de mostrar meu rabinho desejoso de pinto. Depois de tudo raspadinho trepamos gostoso estreando a xana raspadinha. Ahhh, é muito melhor sem pelos, o pinto entra e sai muito mais gostoso. Não demorou e ele anunciou que iria gozar. Pedi que gozasse dentro de mim e sentindo o macho se aproximando de mais um orgasmo, gozei junto com ele. Descansamos e depois entramos para fazer o almoço. Durante os preparativos ele me provocava esfregando o pinto na minha bunda, enfiava no meu rego e dizia que queria entrar em mim por ali. Maliciosamente respondi que ele se acalmasse que talvez realizaria essa fantasia. Ele não sabia que eu queria muito, acho que mais do que ele até. Terminada a refeição fui até o colchãozinho que estava fora da casa e me deitei propositadamente de bruços, abri as pernas e fiquei naquela posição pois sabia que ele viria e teria a visão do meu rabo oferecido. Eu estava ficando maluca, queria dar a bundinha de qualquer jeito. Ele retornou de pinto duro, pegou e beijou cada um dos meus tornozelos, minhas pernas, minhas costas e minha bunda. Eu queria a língua dele no meu cuzinho e quando ele finalmente o fez delirei com a carícia gostosa. Eu sentia o carinho, o tesão e mais um orgasmo se aproximando. Não foi preciso muito tempo e mais uma vez gozei com a língua daquele delicioso macho me lambendo o cuzinho. Fiquei toda mole mas queria mais, acho que eu tive medo dele sair de perto de mim e descaradamente pedi que ele metesse na minha bunda. Pedi carinho e confessei que seria minha primeira vez na bundinha. Ele se colocou por trás, eu de 4 sentindo a cabeça do pinto toda melada de lubrificante escorregando e procurando meu rabinho que piscava, ora de vontade, ora de medo. Doeu, sim, mas admito que foi a dor mais gostosa que já senti até hoje. Quando minha musculatura se abriu deixando entrar a cabeça senti dor, ele tirou, eu pedi que ele metesse novamente e então pude me sentir completamente penetrada só sobrando o saco de fora. Nossa! Engolir pelo cuzinho o pinto do macho é uma realização pra qualquer mulher. Dei o rabo em diversas posições mas foi de frango-assado que tive nítida impressão de ser rasgada. Ele metia fundo e tirava tudo, tornava a meter e tirava, meu cuzinho estava enorme, dilatado. Ele acelerava e quando eu ia gozar, ele diminuía o ritmo. Eu pedia pra ele me foder, dizia que queria gozar mas ele prolongava a trepada. Demorou mas quando veio foi avassalador – gozei como uma putinha gritando obscenidades e pedindo que ele gozasse dentro de mim. Naquele dia não mais transamos mas logo na manhã de domingo acordei taradinha. Preparei o café mas quando me aproximei da cama e vi ele deitado de costas, com o rosto na beirada não resisti. Sabendo o quanto ele gostava de sentir o cheiro de uma xota sentei-me sobre o rosto dele quase o afogando com minha pombinha pelada. Senti a língua me penetrando o canal úmido e pude ver o pinto novamente tomando forma, ficando grande e grosso. Que tesão me deu aquilo. Só uma mulher sabe o quanto é bom ver o macho que a gente gosta ficando de pinto duro pra gente. É uma homenagem, um presente que me fez gozar em pouquíssimo tempo. Depois que recobrei os sentidos e novamente excitada fui pra cima dele, montei naquele corpo como se monta num cavalo, fiz o encaixe e iniciamos uma deliciosa, lenta e carinhosa cavalgada entre beijos e abraços. Creio que poderia ficar daquele jeito por horas mas bastou ele acariciar meu cuzinho que meu fogo ardeu e acabei pedindo pra ele enfiar o dedo dentro. Daí pra frente foi uma cavalgada selvagem, carregada de obscenidades até o gozo conjunto de dois seres apaixonados. Bem, depois de um merecido descanso e um banho de rio, almoçamos. Mas eu queria mais, e queria novamente na bundinha, queria sentir no rabo o potência e a força do macho que completamente nu desfilava pela casa. Levei-o pra cama e confessei querer mais. Usei lubrificante e novamente montei sobre ele. Senti meu rabinho se abrindo para o delicioso invasor que tanto me fazia feliz. Rebolei a bunda naquele pinto, mostrei a ele o entra e sai, abri minhas nádegas buscando uma penetração profunda, apertei minha musculatura anal ao redor do pinto, fiz tantos malabarismos e como prêmio ganhei mais uma gozada no fundo do meu rabo guloso o que me levou a gozar outra vez. Admito que nunca gozei tanto em minha vida. Bem, o dia estava acabando, então arrumamos nossas coisas e partimos mas bastou ele entrar no subsolo do meu prédio que novamente senti vontade. Ele se dizia cansado mas eu o convenci a subir. Nunca fui tão direta mas disse que queria senti-lo gozando na minha boca, que seria nossa despedida. Ainda no elevador, enfiei as mãos sobe a sai curta e me despi da calcinha sob o olhar incrédulo dele. Sem qualquer rodeio puxei a cabeça dele pro meio das minhas pernas e o “obriguei” a cheirar e lamber minha pombinha. Meu tesão explodiu e bastou entrarmos no apartamento, arrancamos nossas roupas e pulamos na cama onde iniciamos um 69 super tesudo. Eu sentia a língua quente na minha pombinha e na boca o pinto duro e grosso. Lambi e mordi a pele do saco e vendo o cuzinho dele tão próximo decidi experimentar. Fui beijando e lambendo ao redor. Sentindo que ele gostava ataquei com a língua fazendo carícias e dando prazer ao macho que tanto me fez feliz naquele fim de semana. Quando percebi que o gozo dele se aproximava voltei a chupar o pinto e deixei um dedinho fazendo carinho no botãozinho do meu homem que delirava de tesão. Senti que eu também iria gozar mais uma vez, então apressei os movimentos e gozamos juntos, um na boca do outro. Ainda fiquei um tempinho com o pinto na boca sentindo os últimos jatos. Isso que vou relatar agora nem ele sabia mas naquela noite dormi sem escovar os dentes só pra acordar com o gostinho dele.

23:18 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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