06-09-17

Henrique e Débora I

Oi, eu sou Henrique e essa é a história que rola até hoje com a mulher de um conhecido meu, a Débora. Eu sou moreno claro, 1,75m, ela é baixinha, branquinha, um tesãozinho (só de pensar naquele corpinho já fico de pau duro), linda de verdade. Nós sempre sentimos tesão um pelo outro, mas como somos comprometidos nunca tinha rolado nada. Tudo começou na minha casa em Ribeirão Preto, com uma massagem na perna... mas ela foi puxando minha mão mais e mais e quando nos demos conta eu estava brincando com o grelinho dela. Decidimos parar por ali, pois podia dar merda, mas o gostinho de “quero mais” prometia.
Na manhã seguinte comentamos sobre a noite e ela insinuou que queria ver meu pau. Eu de pronto mostrei. Até hoje não esqueço da carinha dela olhando pra minha rola... mas como eu tinha que trabalhar também não rolou mais nada.
O tempo ia passando e as provocações aumentando... um peitinho aqui, uma mãozinha ali... até que um dia ela estava sozinha em casa e fui lhe fazer uma visita. Começamos conversando normalmente, mas loucos para passarmos logo para a sacanagem. E estava sentado de frente pra ela e coloquei o pau pela perna do short só pra instigar... não deu outra, acabei recebendo O MELHOR BOQUETE DO MUNDO. A Débora sabe como chupar, ela ama chupar... ela faz amor com o pau na boca... ela chupa como se a vida dela dependesse disso... além de chupar ela ficava dando aquela olhadinha pra ver se eu estava gostando... é incrível como aquela boquinha pequena engolia todo o meu pau, que segundo ela não é pequeno... O telefone tocou, era a mãe dela. Enquanto ela conversava eu comecei a beijar o pescoço dela, me ajoelhei por trás e desci o shortinho. Não esqueço aquela calcinha tipo short de rendinha azulzinho... fiquei beijando e mordiscando aquela bundinha linda, redondinha, e ela não sabia se falava com a mãe ou se ficava comigo. Até que ela desligou e pediu pra eu parar pois era perigoso... eu insisti e ela colocou uma saia bem curtinha, sem calcinha... assim poderíamos nos livrar rápido de um possível flagrante. Nos beijamos e encostei ela na parede de costas pra mim... encaixei a cabeça da rola na portinha daquela bucetinha quente e comecei a empurrar. Entrou apertado, mas pra minha surpresa quanto mais eu enfiava, mais ela jogava o rabinho pra trás... cravando ainda mais minha rola xota adentro. Foi maravilhoso, enfim estávamos realizando nosso sonho. Eu segurava ela com uma mão na cintura e outra no peitinho, e ela olhava pra trás, me encarando com a boquinha aberta, arfando a cada estocada...
De repente eu tirei a rola e fui embora. Ela ficou puta da vida, me chamando de volta “vem terminar o que começou”. Mas eu dei uma de sacana e fui embora. Cheguei em casa e gozei no banheiro com uma punheta poderosa pensando só naquele corpinho branco, quente e cheio de tesão. Gozei aos litros. Depois ela comentou que nunca antes tinha chorado de tesão. Sempre que tínhamos oportunidade rolava uma sacanagem, mesmo que fosse só uma cochichada no ouvido ou uma roçada de mão. Por hora é só, pois minha mulher está chegando. Depois eu conto os outros capítulos dessa loucura que dura até hoje.

21:07 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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