18-12-17

Em Belo Horizonte

 

Tudo aconteceu durante a semana santa em BH. Eu e um primo voltávamos de um shopping, quando decidimos parar em uma danceteria. Segundo ele, " precisava arrumar uma mulher ". Então lá fui eu, estacionei o carro e fomos para a porta da danceteria, que não estava muito cheia. Sem intenção de entrar, resolvemos atacar ali fora mesmo. Avistei a mais bela bunda da portaria, acompanhada de uma outra gatinha. 

Puxamos uma papo e soube que a "bela bunda" se chamava Ellen e a "gatinha" Marina. Ellen era alta, 1,70m a1,73m, cabelos lisos que batiam naquele bundão revestido por uma finíssima e justíssima calça de brim cor palha, rosto lindo com uma boca onde brilhava aquele ardente batom, e os seus seios mal cabiam naquela blusinha colada e branca. Imaginei como seria aquele tesão pagando um boquete. Mas, voltando à conversa, ela me disse que era de Ribeirão Preto , tinha 17 anos e que estava de passagem, com sua irmã de 15 e seus pais. Perguntei a elas se pretendiam entrar na danceteria, mesmo  estando tão vazia. Aí veio a surpresa: Ellen respondeu pelas duas e disse que havia desistido. Então disse-lhes que eu e meu primo mostraríamos a BH para elas, que aceitaram imediatamente. 

Dentro do carro, eu e Ellen à frente , meu primo e Marina atrás. Meu primo de apenas 15 já beijava Marina e eu de 19 só babava por Ellen. Resolvi ir para a Praça do Papa, um dos pontos mais altos da cidade. Meu primo sentou-se num banco e começou a amassar sua gata, enquanto eu e Ellen comíamos pipoca, encostados no carro. Tomei coragem e disse que era linda e uma pessoa super legal, cheguei mais perto e pedi para beijá-la. Ela aceitou !!!! Primeiro um estalido, mas depois nossas línguas se roçavam com força, gosto e tesão, estava nas alturas. Ellen mudou de posição, eu encostado no carro, abri as pernas e ela veio em minha direção beijando como nunca. Eu descia suavemente a mão até tocar naquelas maravilhosas nádegas, que eram firmes e super gostosas. Ellen se virou de costas para mim e encostou no meu pau já duro que doía sob a calça, fui ao delírio ..... jamais alguma mulher me ofereceu tanto em tão pouco tempo. Ela sentiu a força do caralho que estava por baixo e, assim como eu havia pedido para beijá-la , ela pediu para tocá-lo. Lógico que sim, ela alisou sua mão num sobe e desce gostoso sobre a calça e disse o quanto era duro e longo. Endoidei, e avisei a ela que não iria se arrepender e que a noite era nossa. 

 Falei para Ellen que a matinê havia acabado e que deveríamos deixar sua irmã e meu primo em casa. Não consegui separá-los, mas deixei os dois na portaria do hotel onde  estavam hospedadas. Ao voltar para o carro, Ellen chegou mais perto, pegou firme em meu pau e tentou abrir o zíper, mas não deixei. Ela disse que estava adorando o volume e queria vê-lo ao vivo, eu não disse nada. Aí, ela me perguntou onde iríamos e se tinha camisinha. Ela ficou surpresa ao ouvir que iríamos trepar dentro do carro no alto da cidade, na chamada praça do come-come e ainda por cima sem camisinha, pois avisei a ela que as camisinhas me apertavam demais. Ela engoliu seco ao ouvir isso, mas insistiu na camisinha. Comprei 3 camisinhas e um pote de vaselina e segui caminho. 

Ao voltar para o carro, Ellen me beijou com força, beijou o pau sob a calça e disse que seria o quarto homem de sua vida. Avisei que estávamos quase chegando e ela simplesmente levantou a blusa, deixando à vista um belo e grande par de seios. Não sabia se dirigia ou sugava aquela delícia. Seus bicos estavam durinhos e ela quase babava de tanto tesão. Estava um pouco escuro, estacionei o carro e avisei: "faça o que quiser". Ela não perdeu tempo, abriu o zíper e ficou assustada com o tamanho da naba que iria tomar. Ela pegou o cacete em volta, e ficou mais assustada ainda em constatar que sua mão não se fechava em torno dele. Tremeu um pouco, mas elogiou o calibre. Abocanhou somente a cabeça que era mais larga ainda e sugava como se fosse o último pau do mundo. Eu a sentia colocar as duas mãos no cacete e ainda com a boca chupar a cabeçona. Ela subia a língua e descia em torno da naba, sempre elogiando, até que começou a bater uma punheta e chupar ao mesmo tempo. Avisei que estava com vontade de gozar, mas não em sua boca. Ela parou, acendeu a luz , assustou novamente com o cacetão e começou a tirar o sutiã e a calça. Não resistindo, começou a chupar novamente. Eu era contemplado com o melhor boquete de toda minha vida e ainda por cima deslumbrava com aquele bundão só de calcinha. Puxei a cabeça de Ellen, beijei-a, e pedi para que tirasse a calcinha e tentasse colocar a camisinha no cacete. Ela foi tentando descer a camisinha, que custou a passar da cabeça do pau, senti dores e meu pau estava sufocado. Ela horrorizou ao constatar que, mesmo após ter colocado toda camisinha, ainda faltavam uns 5 dedos  para cobrir toda extensão do cacetão. O pau estava amolecendo e ela,sem saber o que fazer, tirou a camisinha e começou a tirar a calcinha. Subiu na hora !!!! Apaguei a luz do carro e puxei-a para mim , peguei com as duas mãos em seus seios e sentei no banco de trás. Ela veio por cima e começou a descer aquela boceta com lábios enormes e molhada de tesão. O cabeçona não entrava de jeito nenhum e Ellen estava ficando desesperada com a situação e falando que jamais agüentaria um pinto daquele tamanho !! Peguei a vaselina e lambuzei meu pau e sua xoxota com carinho. Aí sim, ela começou a descer devagarzinho, me apertando em seus braços e dizendo que estava doendo de tesão. Ela descia um pouco, parava , me beijava e colocava a mão no pau para ver quanto faltava. Desceu o máximo que podia, ela suava, delirava e ainda faltava uma mão de pau para entrar. Começou a cavalgar devagarzinho, quase parando, pois a boceta não havia acomodado ainda o enorme visitante. Ellen dava gritos e eu a puxava mais para junto de mim como se isso ainda fosse possível. O ritmo das estocadas foi se elevando e a boceta relaxando, agora era só tesão. Com uma das mãos, eu puxava seu cabelo e com a outra alisava o bundão, beijando aquele cangote cheiroso. De repente, ela deu uma amolecida, me apertou mais e gozou desesperadamente, mesmo assim não parei com as estocadas. Seu líquido vaginal escorria pelo resto do cacete e pela perna, seus olhos quase se fechando me deixaram louco, comecei a fazer mais força e a emperrar o cacete em sua boceta, suávamos tanto que parecíamos estar numa piscina. Deitei-a de costas para o banco e fui por cima. Tentei enfiar o cacete até o talo, mas ainda sobrava pau para toda obra. Bombeei com força, amor e tesão jamais sentidos antes naquela xoxota quente e molhada , ela gozou novamente. Tirei o bruto de dentro da xota, quase gozando,  e enterrei a metade apenas em seu cuzinho, que gemeu de dor e prazer. Depois algumas estocadas, ela urrava de dor, mas pedia para eu não parar, porque estava gozando alucinadamente, quando  eu despejei todo meu líquido  bem no fundo daquela maravilhosa bunda. Estávamos cansados, suados e satisfeitos. 

 Ficamos por um bom tempo abraçados nos recuperando daquela transa prolongada. Acariciava seu rosto e ela, quase fechando os olhos, me dizia que em todas a transas anteriores nunca havia gozado.  Ela colocou a roupa e me beijou, dizendo que gostaria de pagar um boquete novamente, pois sua boceta e sua bunda não agüentavam mais nada. Pegou o pau inteiro, ainda mole, enfiou na boca e começou a chupar. A naba voltou a crescer e ficar dura como aço, quando já não cabia mais em sua boca, ela começou a punhetar e elogiar o possante. Beijava o pau e segurava-o com as duas mãos, sempre punhetando. Avisei que iria gozar e ela levou a cabeçona até a boca, que ficou inundada de porra e ainda escorria pelos lábios. Saboreou um pouco e limpou a baba com lenço, a naba só foi amolecer quando ela a deixou em paz. 

Liguei o carro e fomos embora. Na porta do hotel, peguei seu telefone ,e a vi entrando, mancando, não é para menos... Como ela iria embora para Ribeirão no dia seguinte, não pude encontrá-la e até hoje não a vi novamente. Mas uma coisa é certa: aquela bunda foi a melhor da minha vida. Hoje, tenho uma namorada,  mas nunca há sexo, apenas boquete."

Tudo começou através de uma descontraída troca de correspondências com Eliana, contatada a partir dos Classificados do Fórum. A coisa ficou mais séria quando ela escreveu dizendo que, na semana seguinte, chegaria para me conhecer. - Estou supercuriosa, não agüento mais a expectativa de fazer amor com você ao vivo...

Confesso que fiquei nervoso, preocupado com uma desilusão. Mas preparei tudo para recepcionar Eliana da melhor forma possível. Por isso, levei um susto quando, dois dias antes do combinado, um colega de serviço, o Flávio, avisou que ela tinha ligado, dizendo que já estava na cidade, a caminho da firma.- Mulher nova no pedaço, Milton? - Não, é uma prima que mora longe daqui. Mas ela é casada, rapaz..., desconversei, sentindo que não tinha convencido ninguém.

  Quando tem sacanagem no meio, fica difícil disfarçar, não é? Meia hora depois, uma mulher linda chamava a atenção do pessoal na recepção. Era a própria! Bem mais bonita e sensual do que na foto que tinha enviado. Com um tapinha nas costas, Flávio me fulminou: - Cara de sorte você! Para encurtar a conversa, tratei de levá-la logo para casa, louco para conversar mais à vontade com Eliana. Sentir o perfume dela, começava a me dar tesão. Era o mesmo das cartas. Chegando lá, disse que estava cansada e que gostaria de tomar um banho, para relaxar. Foi tirando a roupa com o máximo de naturalidade, como se fôssemos casados há anos. A saia para um lado, o sutiã para o outro... Vamos tomar banho juntos? A pergunta resumia tudo e não perdi tempo. Eliana tinha um corpo lindo, com tudo em cima, da bundinha aos peitos. Começamos a nos beijar com vontade, depois do nosso tesão ficar restrito por tanto tempo às folhas de papel. Passei a chupar aquelas tetinhas maravilhosas e a acariciar as coxas. Ela era toda cheirosa, nem precisava de banho... Meu pau sarrava Eliana de lado, procurando desesperadamente a xoxota inchadinha, aquele objeto de desejo ainda guardado na calcinha. Para desespero meu, Eliana deu uma freada na minha vontade, pedindo que mostrasse a cidade a ela.  - Temos todo o tempo do mundo, querido. Aquilo me deixou mais excitado. Liguei para o trabalho e disse que não voltaria, estava fechando um negócio importante. E não era? A porra é que quem atendeu foi o Flávio, e não perdeu a viagem:  - Fechando negócio, camarada? Pensei que você já estivesse abrindo o dito cujo!  Pensei em mandá-lo à merda, mas preferi rir, cínico: - É um negocio da China, meu querido.

Dei umas voltas com Eliana, mostrando os pontos turísticos e programando uma saída à noite para dançar. Andamos, fizemos compras, fomos à praia e, depois, dançamos muito.  Na volta, tive a recompensa, após um novo banho. Deitamos e começamos a trocar uma gostosa energia, num sessenta-e-nove arretado. Ela tinha um grelinho com gosto de pitanga madura. Chupava a boceta rosada, enfiando a língua o máximo que podia, enquanto ela me dava pequenas mordidas, mamando loucamente a minha pica. Confesso que foi a primeira grande chupada da minha vida! As outras se limitavam a uns beijinhos na cabeça do bravo... Depois, passamos para um papai-e-mamãe caprichado. Desses que a gente só vê em vídeo erótico. Ao gozar dentro dela, pensei que não fosse parar mais, de tão gostosa que estava aquela grutinha! Ela parecia abrir e fechar a porta da caverna, no ritmo das minhas bombadas. - Ai, que gostoso, meu furacão. Não para porque eu estou gozando..., dizia, com as unhas compridas cravadas nas minhas costas. Depois, ainda louca de desejo, pediu para passar o pau entre os peitos dela. Os bichinhos eram tão durinhos que emparedaram o danado. Fiquei roçando ali como se continuasse dentro daquela molhadinha sapeca. Ia e vinha, aumentando a velocidade cada vez mais. A cabeçorra quase encostando na boca de Eliana, que ria bonito. Ela sabia que eu ia acabar gozando ali mesmo, e que sobraria porra pra tudo que é canto. Quando fui gozar, ela se inclinou e abocanhou o martelo. 0 jato deve ter ido direto ao estômago da tinhosa!

Durante uma semana, continuamos aquela festa dos deuses, até Eliana ter que ir embora. Não sem antes brincar comigo de todas as formas e em todos os locais. A mulher era quentíssima, capaz de cansar um exército de bombeiros. A propósito, certo dia transamos bem pertinho dos bombeiros. Ela só dizia: -Vai, mete esta mangueira no meu cuzinho para apagar o fogo. Como bom comandado, fiz o serviço pedido com o máximo de prazer.

01:48 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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