30-12-17

Drive-in

 

Para sair da rotina, eu e minha esposa costumamos freqüentar um famoso drive-in na Marginal Tietê em São Paulo. É um lugar bem tranqüilo, onde você entra com o carro em um Box e fecha a cortina, deita os bancos da frente e curte a vontade. Sempre tive um grande tesão de vê-la transando com outro, mas sentia muito medo de conversar a respeito, mas o destino acelerou a fantasia.
Certo dia de fevereiro de 2003, aqui em São Paulo, fazia um calorão daqueles e resolvemos, depois de uma festa, dar uma trepadinha no drive-in, pois ela quando transa, adora ouvir os gemidos dos Boxes vizinhos, pois são todos encostados uns nos outros. Chegamos, pedimos uma caipirinha e, depois de bebê-la, começamos com os carinhos íntimos, ela ouviu gemidos nos boxes vizinhos, começou a ficar com a bocetinha molhada, pois ao passar meu dedo médio sentia aquele líquido pegajoso molhá-lo. Joguei-a no banco deitado e comecei a lamber seu grelo molhado e cheirando a sexo, enquanto ela urrava cada vez mais alto. Aquilo certamente chamou a atenção de alguém. Como estava calor, abrimos as portas do nosso carro e eu, sentado no banco do motorista, puxei sua cabeça em direção ao meu pau, que latejava de tesão. Ela chupou deliciosamente e vagarosamente minha pica, ficando de quatro no banco dianteiro, com sua maravilhosa bundinha em direção a porta do automóvel que estava aberta. Ela chupava e gemia ao mesmo tempo de tanto tesão, quando, de repente, ela dá um grito de prazer tão alto que até assustei e, do nada, aparece um rapaz de uns 25/30 anos (provavelmente de um Box vizinho) com um mastro enorme, enraba minha esposinha por trás e ela, apesar de assustada, não consegue esboçar nenhuma reação contra (muito menos eu). Automaticamente, de quatro com um baita pauzão na boceta, ela tira meu pau da boca e começa a masturbar-me rapidamente. O que me assustava era o tanto que ela gritava de prazer, nunca tinha ouvido ela gritar nesta altura! O rapaz não soltava do quadril dela, enfiando e tirando freneticamente aquele mastro em sua vagina. Não me contive, gozei em seu peito enquanto ela era enrabada . Ficamos trepando na mesma posição, sem parar, por quase uma hora. Ela gozou quatro vezes, foi um recorde. Só paramos quando o atrevido rapaz gozou pela terceira vez. A vagina dela pegava fogo, ensopada, ainda gozei pela última vez esfregando meu pênis em seu grelinho. 
Depois de tudo, nos apresentamos e ficamos surpresos em saber que a namorada dele estava assistindo tudo no canto do Box, se masturbando é claro. Eles estavam no carro do Box ao lado nosso e, com os gemidos de minha esposa, ele brincando com a namorada que era extremamente liberal, foi para o nosso Box. Eu nunca tinha notado, mas os Box daquele drive-in tem uma passagem entre eles. Enfim, trocamos nossos telefones e, de vez em quando, nos encontramos nos Boxes daquele drive-in.

02:01 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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