31-12-17

Lesbica

Hoje estou aqui para contar uma história que aconteceu comigo há algumas semanas. Eu sou uma garota de 18 anos, 1,65m, olhos castanhos, cabelos também castanhos, tenho um corpo não muito malhado, mas com tudo em cima e sou morena.
Eu tive a minha primeira experiência sexual aos 13 anos com uma amiga de escola. Nós éramos muito amigas e somos até hoje, mas essa história eu conto outra hora. A minha história de hoje aconteceu quando eu fui com uma amiga à sua casa no campo. Ela é uma garota muito bonita, um pouco mais baixa que eu, também morena, com uns seios que cabem na mão, porque são como duas pêras e bem gostosos. Uma xana com poucos pêlos e muito apertada, sei porque já coloquei o meu dedo várias vezes lá para conferir. Logo que chegamos na casa, arrumamos tudo e fomos para a piscina. Seus pais foram pra cidade comprar algumas coisas que estavam faltando na casa e nos deixaram sozinhas. Aproveitamos para tomar um banho de sol sem nenhuma roupa, para não ficarmos com marca nenhuma de biquíni. Não teríamos problemas se os seus pais chegassem e nos vissem assim, porque eles também andam sem roupas em casa. Aproveitei para poder chupar um poucos aqueles peitos maravilhosos de menina que ela tem, enquanto ficava masturbando a sua xaninha, hora enfiando dois dedos, hora três. Ela se contorcia de tesão, até que, não agüentado mais, ela gozou. Aproveitei para chupar a sua xana. Colocava a língua lá dentro, sentido todo o seu calor. Era fantástico! Logo depois, ela gozou pela segunda vez. Nessa hora ela se ajoelhou na minha frente e começou a brincar com o meu grelinho. Abria a minha xana, colocava a língua e tirava como se fosse um pau me fodendo. Eu já estava tendo espasmos com aquela língua em mim e comecei a ter o meu primeiro orgasmo múltiplo na vida. Foi algo que nem com palavras eu poderia explicar. Não agüentado mais, caímos de lado e continuamos a pegar nosso sol, até seus pais chegarem. Naquele dia foi só aquilo que aconteceu, mas no outro dia resolvemos dar um passeio em uma cachoeira que tinha lá perto. Esse lugar não era muito procurado nessa época do ano, por isso decidimos tomar banho sem roupas. Quando já estávamos no meio da cachoeira é que nos vimos que não estávamos sozinhas. Havia 3 caras, todos com idades acima de 20 anos. Minha amiga ficou preocupada, pois não os conhecia.
Enquanto estávamos conversando, os três começaram a tirar as suas roupas e vieram em nossa direção. Não tínhamos para onde ir e logo eles estavam perto da gente. Um deles veio por trás de mim e me perguntou se eu estava a fim de uma pica em minha xana. Eu, assustada, olhei para ver o tamanho da pica dele, que não era muito grande, mas era de se respeitar, pois até aquele dia só tinha me relacionado com um garoto do meu prédio. Ele, sem mais nem menos, me agarrou por trás, tampando a minha boca para não gritar e começou a colocar seu pau na entrada de minha xana. Minha amiga tentou escapar, mas, quando ela já estava na margem, um deles conseguiu pegá-la. O outro foi logo atrás. O que estava comigo já estava dando umas estocadas fortes. Eu, nesta hora, já estava deixando, pois vi que não tínhamos como escapar e confesso que estava gostando da situação. Logo ele também me levou para a margem. Seus dois amigos já estavam fodendo a minha amiga. Ela também estava os deixando fazer o que queriam. Um deles estava fodendo a sua xaninha e o outro o seu cu e ela gemendo de tanto tesão. Suas lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas o sorriso em seus lábios denunciava a sua alegria de ser preenchida por duas picas. Enquanto isso, eu já estava cavalgando o meu companheiro. Esse gemia parecendo que o mundo ia acabar. Quando nós dois gozamos juntos, eu pensei que já havia acabado. Ele veio e colocou a sua pica para eu chupar. Os seus colegas vendo aquilo também vieram, mandaram a minha amiga ficar por baixo de mim e me chupar, enquanto eu chupava aqueles três cacetes. Naquela tarde, eu gozei muitas vezes com meus novos amigos de foda. Eu e minha amiga voltamos para casa sem andar direito, pois os três caras nos deixaram completamente arrombadas. Minha amiga contou para os seus pais que, na hora, ficaram com o maior tesão. Dava para notar, pois, como falei, eles costumam andar pelados pela casa e o seu pai já estava de pau duro. Eu fiquei com o maior tesão, pois o pau do pai de minha amiga era muito grande. Mas, do jeito que eu estava, não dava para encarar. Então, sua mãe aproveitou ali na nossa frente. Eu, como não sou boba nem nada, fiquei só olhando e me masturbando com minha amiga. Depois daquele dia andar de roupas em casa estava completamente proibido. Toda hora tinha alguém fodendo naquela casa, mas isso eu conto em outra hora.

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30-12-17

Drive-in

 

Para sair da rotina, eu e minha esposa costumamos freqüentar um famoso drive-in na Marginal Tietê em São Paulo. É um lugar bem tranqüilo, onde você entra com o carro em um Box e fecha a cortina, deita os bancos da frente e curte a vontade. Sempre tive um grande tesão de vê-la transando com outro, mas sentia muito medo de conversar a respeito, mas o destino acelerou a fantasia.
Certo dia de fevereiro de 2003, aqui em São Paulo, fazia um calorão daqueles e resolvemos, depois de uma festa, dar uma trepadinha no drive-in, pois ela quando transa, adora ouvir os gemidos dos Boxes vizinhos, pois são todos encostados uns nos outros. Chegamos, pedimos uma caipirinha e, depois de bebê-la, começamos com os carinhos íntimos, ela ouviu gemidos nos boxes vizinhos, começou a ficar com a bocetinha molhada, pois ao passar meu dedo médio sentia aquele líquido pegajoso molhá-lo. Joguei-a no banco deitado e comecei a lamber seu grelo molhado e cheirando a sexo, enquanto ela urrava cada vez mais alto. Aquilo certamente chamou a atenção de alguém. Como estava calor, abrimos as portas do nosso carro e eu, sentado no banco do motorista, puxei sua cabeça em direção ao meu pau, que latejava de tesão. Ela chupou deliciosamente e vagarosamente minha pica, ficando de quatro no banco dianteiro, com sua maravilhosa bundinha em direção a porta do automóvel que estava aberta. Ela chupava e gemia ao mesmo tempo de tanto tesão, quando, de repente, ela dá um grito de prazer tão alto que até assustei e, do nada, aparece um rapaz de uns 25/30 anos (provavelmente de um Box vizinho) com um mastro enorme, enraba minha esposinha por trás e ela, apesar de assustada, não consegue esboçar nenhuma reação contra (muito menos eu). Automaticamente, de quatro com um baita pauzão na boceta, ela tira meu pau da boca e começa a masturbar-me rapidamente. O que me assustava era o tanto que ela gritava de prazer, nunca tinha ouvido ela gritar nesta altura! O rapaz não soltava do quadril dela, enfiando e tirando freneticamente aquele mastro em sua vagina. Não me contive, gozei em seu peito enquanto ela era enrabada . Ficamos trepando na mesma posição, sem parar, por quase uma hora. Ela gozou quatro vezes, foi um recorde. Só paramos quando o atrevido rapaz gozou pela terceira vez. A vagina dela pegava fogo, ensopada, ainda gozei pela última vez esfregando meu pênis em seu grelinho. 
Depois de tudo, nos apresentamos e ficamos surpresos em saber que a namorada dele estava assistindo tudo no canto do Box, se masturbando é claro. Eles estavam no carro do Box ao lado nosso e, com os gemidos de minha esposa, ele brincando com a namorada que era extremamente liberal, foi para o nosso Box. Eu nunca tinha notado, mas os Box daquele drive-in tem uma passagem entre eles. Enfim, trocamos nossos telefones e, de vez em quando, nos encontramos nos Boxes daquele drive-in.

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29-12-17

Carla

 

Olá, me chamo Carla e essa historia aconteceu há 3 anos atrás. Era um dia comum e eu estava com um tesão enlouquecedor... queria fuder a qualquer custo. O Dia estava ensolarado e eu resolvi faltar na escola, tinha, na época 17 anos, hoje tenho 20 e continuo taradinha... Coloquei uma minisaia vermelha, sem calcinhas, uma frente única, os seios estavam querendo saltar da blusinha, a xaninha pegava fogo. Fiquei no ponto de ônibus esperando para ir à Cidade, moro na periferia do interior de uma cidade de São Paulo. Só de imaginar ser encoxada já me deixava molhada. Não deu outra, quando apareceu um ônibus bem lotado, eu entrei. Paguei a passagem e fui pro fundo do busão. Lá tinham muitos homens e eu queria sacanagem. Fiquei em pé, me segurando naqueles ferros, acabei ficando na ponta dos pés, pois sou baixinha, minha mini-saia ficou ainda mais curtinha, a bundinha empinada... os seios arfando, quentes e loucos por uma chupada... de repente, senti uma coisa dura nas minas costas... me encostei mais e daí senti uma mão na minha coxa, minha xana ficou latejando... Eu não tinha percebido, mas os homens estavam de pau duro com a visão da minha polpinha da bunda... um mais abusado deixou cair uns papéis que segurava e, quando se abaixou para pegá-los, pôde ter uma visão da minha raxinha úmida... passou a língua nela ali mesmo... não aguentei! Abri as pernas e o que aconteceu depois foi uma sucessão de passadas de mãos, enfiadas de dedos, mamadas nos meus seios... pedi pra um me comer ali, na frente de todos... que loucura! Meu tesão era tão tremendo que gozei só de sentir a proximidade do pau daquele estranho. 
Fui fodida por todos os homens e meninos do ônibus... tinha um que adorava chupar minha raxinha e me dava tapas na cara...
Não sei quantos me foderam... comeram minha xaninha até ela ficar esfolada, meu cuzinho foi arrombado e eu quase desmaiei com o tamanho daquele pau... quando olhei pra trás para ver quem me enrabava, era um criolo de quase dois metros, com um pau gigantesco! Não aguentei, virei de frente pra ele e pedi que me devorasse a xana e esporrasse tudo dentro dela...
Foi a melhor manhã que já tive. Ainda hoje ando de ônibus em busca de sexo e selvageria. Quando me lembro desta minha primeira vez ainda sinto saudades e a xana chora lembrando daquele pau gigantesco que me enrabou...

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