02-01-18

Paraibanas sao quentes

Meu nome é Victor e o relato que se segue aconteceu comigo na capital paraibana, João Pessoa, em Julho/2001. Depois de um daqueles dias estafantes de trabalho, resolvi dar uma volta pela orla pra relaxar um pouco. Entrei num dos barzinhos, onde a música era de excelente qualidade. O local estava cheio de turistas. Sentei-me numa das banquetas do bar e fiquei apreciando o movimento.

Eis que vejo uma bela morena, aparentando uns 30 anos, cabelos longos, lábios carnudos, com um mini-vestido (que deixava à mostra um belo par de pernas), olhando insistentemente em minha direção. E para minha maior surpresa, ela estava acompanhada por um elegante senhor, com o qual conversava animadamente. De repente, recebo de um dos garçons um bilhete: era ela que me convidava para sentar em sua mesa . Não me fiz de rogado e logo estava conversando amenidades com o simpático casal. Seus nomes eram Júlio e Cátia, 43/35 anos e eram naturais de João Pessoa. 

Em dado momento, Júlio se ausentou da mesa para ir ao banheiro e Cátia aproveitou a oportunidade para comentar que eles tinham uma relação bem liberal e que naquela noite gostariam de realizar uma fantasia antiga e eu tinha sido o escolhido. Só que tinha uma condição: teria que aceitar as ordens de Cátia ou nada feito. Teria que ser do jeito dela. Diante daquele mulherão escultural em brasa, nem hesitei: topei na hora. Assim que Júlio voltou, partimos dali pra um dos melhores motéis da cidade. 

No carro, Cátia não perdeu tempo - exigiu que eu fosse dirigindo e seu marido iria no banco de trás. No caminho, iniciou a mais deliciosa das chupetas que já provei. Muitas vezes tive que pedir para ela se acalmar, tamanho era o furor daquela gata no cio. E ela provocava o maridão:
- Hum... que cacetão gostoso o Victor tem, Júlio... deve ser o dobro do seu! A danada de vez em quando parava de me chupar e se virava para o banco de trás, exigindo um beijo de Júlio, dizendo:
- Sinta, corninho, como ele é gostoso!

O ambiente era de puro tesão. Não via a hora de ter aquela tesuda em meus braços. Enfim, chegamos. Cátia pegou uma pequena sacola que se encontrava no carro e me pediu para tomar uma ducha, enquanto ela e Júlio se preparavam para fantasia. Eu só deveria voltar para o quarto quando autorizado. Meu tesão só aumentava. Ficava imaginando o que estaria por vir. Meu cacete parecia que ia explodir. Depois de uns dez minutos, recebi autorização de Cátia para sair. Ao entrar no quarto, não acreditava no que via. Encontrei Cátia vestida em uma sensual roupa de couro: máscara, corpete que deixava apenas os seios médios à mostra, uma calcinha com fleche no local da xoxota, meias pretas, cinta-liga, sandálias de salto e um chicotinho na mão. Júlio estava de quatro, nu, com uma coleira amarrada em seu pescoço e presa à cadeira erótica. Apesar disso, ele conseguia deitar no chão e engatinhar alguns metros. Cátia falou em tom autoritário:
- Quem decide as coisas aqui sou eu. Você aceitou o convite com essa condição. Essa é sua última chance de voltar atrás. E aí? Respondi de pronto: - Sou todo seu.

Cátia sorriu maliciosamente e veio rebolando seu exuberante corpo em minha direção, sussurrando em meu ouvido que a noite seria inesquecível  e que faria de Júlio um corno submisso. Foi até seu marido e, puxando-o pelos cabelos, ordenou que lambesse seus pés. Enquanto meu cacete parecia duplicar de tamanho, assistia aquele homem lamber os saltos da sandália, os dedos suados. A qualquer movimento mal feito, Cátia aplicava-lhe uma chicotada em sua bunda, Júlio gemia submisso, lambia sem parar os pés de sua Rainha. Ela me chamou em sua direção e começou a me beijar. Suas mãos deslizavam pelo meu tórax, sempre parando em meus mamilos, onde aplicava deliciosos beliscões. Meu cacete latejava dentro da cueca. Ela percebeu minha animação, e com uma das mãos desceu até meu membro, colocando-o pra fora. Cátia exclamou: - Nossa, que pau gostoso!!! Nem se compara com essa coisinha que você tem aí!

De repente, ela gritou que estava toda molhada e queria meu cacete dentro dela. Mas antes, fez xixi e ordenou que Júlio tomasse todo aquele xixizinho.  Abriu o fleche da calcinha, deixando a mostra a xoxota mais peluda que já vi na minha vida, e enfiou aquele monte de pêlos deliciosos na boca de Júlio, segurando sua cabeça, impedindo que ele se esquivasse. Júlio sorvia a maior parte e o resto escorria-lhe pelo corpo. Terminada a sessão de chuva dourada, ela mandou que me deitasse na cama. Veio andando, com as pernas abertas e fazendo movimento com o chicote em meu peito. Aproximou-se de meu rosto e agachou aquela floresta negra em minha boca, dizendo: - Senti que você ficou morrendo de vontade de provar meu xixi. Guardei um pouquinho pra você, meu gatinho. E expeliu um pequeno jato quente em minha boca, forçando-me a beber tudo, dizendo que era melhor que champagne.

Depois, ordenou que estendesse os braços na direção do “espelho” da cama. Tirou dois pares de algemas e me prendeu com os braços abertos. Em seguida, passou a dar um banho de língua em todo meu corpo, iniciando pelo pescoço, axilas e mamilos. Eu gemia, me contorcia sob as carícias daquela deusa. Ela, com um olhar tarado, humilhava Júlio. E chupou meu cacete, levantando-se e beijando a boca de Júlio, dizendo: - Sente o gosto de um macho de verdade!

Voltou para cama e continuou a excursão pelo meu corpo, sempre elogiando minhas formas e provocando seu marido. Cátia era uma depravada. Em toda minha vida nunca tinha conhecido uma mulher com tanto tesão e desenvoltura na cama. Mas eu estava adorando. Finalmente, ela resolveu me fazer uma chupeta estonteante. Eu estava de olhos fechados e literalmente via estrelas com as sensações que aquela mulher provocava em mim. E ela sabia que me tinha em suas mãos . Eu gemia e balbuciava palavras desconexas, enquanto sua língua habilidosa bailava pelo meu cacete, virilha e bolas. Subitamente, ela suspendeu minhas pernas com uma de suas mãos e começou a lamber meu cuzinho, enquanto a outra mão continuava a bolinação em meu cacete. Dessa vez eu urrei, me contorcendo na cama como se levasse um choque. Percebendo meu tesão, ela mudou de posição e voltou a me chupar, enfiando um dedinho em meu cuzinho, fazendo movimentos de entra-e-sai. Em poucos instantes, aconteceu o melhor e mais intenso gozo de toda minha vida, que foi completamente engolido por Cátia, que lambia os lábios e gritava de prazer. Levantou-se e mais uma vez beijou Júlio, fazendo-o sentir o gosto de minha porra. E continuava o humilhando. Ele, atônito, tentava bater uma punheta, mesmo preso.

Cátia me libertou das algemas e fomos tomar uma ducha, deixando Júlio no mesmo lugar. Voltamos e mais uma vez minha diabólica amante se manifestou, colocando uma cinta com um pênis de uns 16x5 cm na cintura e ordenou a Júlio que chupasse meu cacete, enquanto ela comeria seu cuzinho, e ria maquiavelicamente. Júlio iniciava meio sem jeito uma chupeta em mim, enquanto Cátia lubrificava o consolo e enfiava no cuzinho dele, dizendo: - Hum... que cuzinho gostoso você tem!!! A partir de hoje, você vai dá-lo pra mim e pra quem eu quiser!!! E, trincando os dentes, ela empurrava com força o consolo no indefeso cuzinho de Júlio, que gemia com meu pau na boca. Júlio gozou aos berros, caindo no chão.

Ela retirou a cinta (deixando o consolo no cuzinho do marido) e, enlouquecida, me puxou para a cama, cavalgando-me como a mais poderosa das amazonas. Ela subia e descia, alternando movimentos rápidos e lentos. De repente, parava e sua xoxota parecia mastigar meu cacete. Que mulher!!! Nós gemíamos e gritávamos feitos loucos. Ela chamava Júlio de corno, dizendo que eu era um homem de verdade. Percebendo que eu estava perto de gozar de novo, ela tirou meu cacete de sua xoxota, enfiando-o de pronto em sua bundinha, que logo o fez desaparecer. Cátia parecia não estar mais ali. Ela gritava, gemia, chorava, me arranhava todo, batia em meu rosto, me chamava de puto, de cachorro, mandava-me meter mais e mais, pulando feito uma cabra em meu cacete, e eu estocava violentamente aquele cu maravilhoso, até que gozamos juntos, aos berros, gritos, urros, feito dois animais selvagens. Não satisfeita, ela levantou-se e agachou o cuzinho na boca de Júlio, expelindo minha porra em sua boca, ordenando a ele beber o leite que saía do cuzinho daquela puta. E Júlio lambia aquela bundinha de maneira alucinada.

Exaustos, voltamos para nossas casas, prometendo nos ver de novo. E isso aconteceu várias vezes, mas infelizmente eles agora moram em outro estado.

02:06 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

De commentaren zijn gesloten.