03-01-18

Anal sem culpa

 

 

Depois que descobri como se faz, a relação anal se tornou um dos meus maiores prazeres. Me sinto até mais mulher. Agora, estando com 20 deliciosos e safados anos, vou contar a você, com exclusividade, como foi a minha primeira experiência, como essa vontade começou, quais eram meus medos, minhas dúvidas, como lido com essa deliciosa e excitante vontade.

Tudo começou com aquelas primeiras curiosidades da adolescência, o primeiro despertar para o sexo (lá por volta dos 14, 15 anos). Lembro que no colégio sempre rolava esses papos, essas curiosidades de como seria, se doía... Conversávamos sobre isso de uma forma tranqüila, sem experiência... apenas imaginávamos a cena, a mulher de quatro, o homem dominando a mulher, puxando o cabelo dela com força... Essa era a visão que tínhamos. Aí, resolvemos ver como acontecia assistindo algum filme pornô... Imagina só como foi! Mico total, não é?... Lembro que fomos todas a uma locadora aqui no bairro (estudávamos a tarde e nessa época tudo era motivo para uma grande aventura, tudo acontecia nessa saída do colégio no final da tarde... Bons tempos aqueles!). Chegando lá, uma amiga tinha conta e ficou encarregada de pegar em nome dela o filme que escolhêssemos. Mas aí não podia. Seria péssimo se constasse o nome dela num filme pornô. Então apelamos para um colega nosso, muito safado, gostava da putaria, para que ele alugasse no nome dele o filme pra gente. Já viu, não é? Ele se animou todo e quis assistir com a gente. Demos uma enrolada nele e acabamos assistindo só as meninas mesmo... O clube da Luluzinha da nossa turma.

O filme foi surpreendente, sacanagem total, picas, bocetas, chupadas, gozadas, espermas, surubas e o tal do sexo oral também! Foi legal, mas nós todas, virgenzinhas, filhinhas da mamãe, não tivemos aquela malícia e sacanagem que tenho certeza que todas temos hoje...

O tempo foi passando, os conceitos mudando, os hormônios agindo, as experiências aumentando, as virgindades sendo perdidas. Chegamos ao 2.grau e o mesmo grupo de amigas foi sendo mantido. Falar em sexo, fantasias, putarias já era algo excitante, instigador, gostoso, aquela coisa de aliar a teoria à prática. Sobre o sexo anal, percebi que a maioria tinha uma certa resistência, inibição, achava coisa de prostituta, ou seja, dar a bunda nem pensar.

Já eu tinha uma posição bastante tranqüila e receptiva com relação a isso, não tinha pudores, nenhuma visão preconceituosa, minha única dúvida era se doía e se era realmente prazeroso para o homem, se ele não achava algo sujo. Colocava isso nas conversas e todas achavam um absurdo, dizendo que eu era louca, que não fariam de maneira nenhuma, que o homem não respeitava mulheres assim. Ficava indignada, mas respeitava a posição de cada uma.

Comecei a ler algumas coisas sobre isso, algumas entrevistas, reportagens. Aí, comecei a ver que o homem tem um verdadeiro tesão por sexo anal, que a mulher dar a bunda para o homem é tudo que eles mais desejam: é mais apertadinho, dá mais tesão, afinal a bunda é uma paixão nacional!!! Vi também que para mulher poderia ser também uma prática prazerosa. Tirei aqueles mitos de que só o homem sentia prazer, que a mulher levava desvantagens. Mas tem que ser algo feito com bastante jeitinho e critério, não pode ir enfiando o pênis de qualquer jeito. Tudo isso assimilado, só ficava a louca vontade de experimentar. Ficava maluca! Quando pensava em sexo só vinha em minha cabeça a cena de eu de quatro para um homem (com todo esse meu bumbum que, modéstia à parte, faz um significável sucesso) e ele enfiando tudo. Ficava excitadíssima!!! Mas eu era virgem... Teria que passar pela primeira vez (o básico) para só então poder alçar novos ares, novas modalidades e posições.

Então, minha primeira vez veio acontecer em 01 de Dezembro de 2001, aos 19 anos, sem pressa, sem grilos, sem paranóias e eu me sentia preparada e madura suficiente para ser gostoso e seguro. Sempre pensei que minha primeira vez não tinha que ser necessariamente com um namorado fixo, com amor. A minha primeira vez foi simplesmente maraaaaavilhoooooosa! Foi no momento certo, no lugar certo, com o tesão certo. Foi com o Ivan, 27 anos, maduro, puro tesão. Ele foi super carinhoso, atencioso, conduziu tudo de uma maneira que me deixou tranqüila, praticamente não senti dor, consegui sentir prazer. Foi uma delícia! Mas, nessa primeira vez não rolou o sexo anal, não! Até hoje nos encontramos de vez em quando e sempre rola de tudo, ele me come por trás sim, mas não anal, com ele ainda não aconteceu essa oportunidade. Um dia faço essa surpresa a ele e peço!

Depois dessa primeira vez, conheci no carnaval (fevereiro de 2002) um homem de 35 anos. Trocamos telefones e começamos a nos falar algumas vezes. Esse homem ficou louco por mim. Ele era um tanto misterioso, sedutor, bastante seguro de si. Ele falava das experiências dele, ficava me instigando, tirava de mim as mais íntimas confissões, fiquei seduzida por ele. Ai, ele tocou no ponto crucial: o sexo anal. Perguntava se eu já tinha feito, se eu gostava, se eu faria... Não tive como negar ou disfarçar a minha vontade de experimentar. Confessei para ele que tinha muita vontade, falei dos meus medos, tirei algumas dúvidas. Ele me contava das experiências dele com algumas mulheres, dizia que sabia fazer como ninguém, que já tinha feito uma mulher ter orgasmos múltiplos com o sexo anal, falou também de todo o cuidado, todo o jeitinho, todo o carinho que tem com a bundinha de uma mulher. Fiquei louca!!! Disse que queria experimentar, que queria a minha primeira vez.

Marcamos um lugar de encontro, ele me pegou de carro e fomos direto para um motel. No caminho, ele disse que tinha um presentinho pra mim: era o gel lubrificante que ele tinha passado na farmácia e comprado, fiquei mais excitada. Chegamos no motel com todo aquele tesão, rolou o sexo básico e foi gostoso. Mas o momento mais esperado era o anal. Ele realmente sabe como fazer. Colocou-me com jeitinho de bruços, disse para eu relaxar... Começou a lamber e chupar com a língua bem molhadinha todo o meu ânus. Isso é uma delícia!!!. Pegou o gel lubrificante, passou em toda a região do ânus e com o dedo começou a penetrar devagarinho, quando viu que já estava preparada e o local bem lubrificado, colocou a camisinha, lubrificou com o gel todo o pênis e veio devagarzinho, primeiro só com a cabecinha (só de lembrar fico toda molhadinha). Sentir esse início da cabecinha é muito gostoso, aí aos poucos o pênis vai penetrando, você vai sentindo (com mais intensidade e sensibilidade de que a penetração da vagina) algo dentro de você, bem apertadinho, ele sussurrando e dizendo sacanagens no seu ouvido, mordendo e chupando sua nuca por trás, puxando seu cabelo, vibrando com sua bunda, é uma sensação de desejo total! Aí ele começou a aumentar os movimentos, fazendo com muita força, querendo gozar, um verdadeiro galope! O prazer é tamanho mesmo... Incrível que conseguimos chegar quase que ao mesmo tempo ao gozo, sentia que com aquela movimentação toda ele já estava quase lá e eu, para minha surpresa, comecei a sentir prazer, sentir que ia gozar também, sensação deliciosa... Ele gozou gostoso e logo em seguida gozei também, senti meu ânus latejando, igual como acontece com a vagina, só que mais intenso, mais duradouro, tinha a sensação que poderia começar tudo de novo.

Ele ficou na expectativa para saber o que eu tinha achado. Ao saber que tinha sido prazeroso, que eu tinha conseguido gozar, ficou super satisfeito. Depois dessa primeira vez, nos encontramos mais duas vezes e rolou tudo gostoso... Só não rolou paixão, acho que ele só apareceu na minha vida para me iniciar mesmo na prática do anal. E foi assim a minha história. Hoje, o sexo anal nas minhas transas é uma condição básica, prazerosa, a mais pedida. Têm pessoas que você só beija. Com outras você se enrosca, outras leva para casa, outras faz sexo oral e outras faz anal. Concordo plenamente... Bem, espero fazer muito sexo anal bem gostoso. Adoro ficar de quatro, ser comida por trás. Imagina só você trepando, comendo a bunda de uma baiana bem gostosa e apimentada!

02:08 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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