04-01-18

Entregando pizza

Era sábado, logo depois do almoço. O dia estava lindo, com muito sol e temperatura bastante agradável. Paulo me convidou para darmos uma volta, pois ele queria tirar umas fotos minhas com sua nova câmera digital. Escolhi um vestido de alcinhas, bem leve e solto, muito confortável e extremamente sexy. Como vocês já podem desconfiar, o vestido era toda a roupa que eu vestia. Adaptei este vestido colocando pequenos botões de pressão para fixar as alças dele na parte da frente (isso me permite simular vários tipos de “acidentes”, além de ser muito divertido).

Enchemos um pequeno isopor com refrigerantes e frutas e o colocamos no porta-malas do carro junto com uma grande toalha. Pegamos o carro e nos dirigimos para a divisa da cidade, onde existe um rio. Em uma margem do rio há grande quantidade de chácaras e na outra há um sítio. Entre o rio e as chácaras existe uma rua de terra que fica a cerca de cinqüenta metros da margem. Não é difícil encontrar pessoas pescando naquele rio.

Paulo parou o carro na grama ao lado da rua e nós saímos para caminhar. Ele tirou umas fotos enquanto caminhávamos em direção à ponte que atravessa o rio. Naquele dia, excepcionalmente, não tinha quase ninguém pescando. As poucas pessoas, que se podiam ver, estavam bem longe, talvez em busca de um lugar mais sossegado, longe do movimento da rua. Sobre a ponte, fiz algumas poses sensuais. Levantei o vestido, mostrei meus seios e comecei a me sentir cada vez mais excitada. Um pequeno puxão próximo à alça direita do vestido foi suficiente para soltar o botão e a alça saltou e caiu nas minhas costas. Eu agora caminhava com meu seio direito totalmente exposto, posando para várias fotos.

Atravessamos a ponte e andamos pela margem do rio, até um lugar onde várias pedras no leito permitiam que se atravessasse o rio sobre elas. Neste local, decidi, para a felicidade de Paulo, tirar meu vestido e posar para algumas fotos totalmente nua sobre as pedras. Antes que subisse nas pedras, ainda na margem do rio,Paulo me abraçou por trás e me apertou em seu corpo. Disse como eu estava linda e como aquilo o deixava excitado. Me deu um beijo no pescoço, enquanto segurava meu seio esquerdo com a mão. Quase tive um orgasmo ali, mas ele me soltou e, com um puxão, fez com que eu me virasse e ficasse de frente para ele. Então, me deu um beijo na boca e, logo em seguida, um beijo longo e forte no seio direito. Não tive como me conter. Minhas pernas amoleceram e, entre gemidos e contrações, senti um orgasmo tomar conta do meu corpo. Abracei meu namorado e fiquei ali alguns instantes esperando meu corpo recobrar as forças.

Andei sobre algumas pedras e fiz algumas poses para ele em diversas posições: em pé, sentada, de frente, de costas e de lado. Estava bastante agradável aquele lugar. Havia uma área gramada ao lado do rio onde podíamos ficar deitados sob o sol da tarde. Disse ao Paulo que iria buscar algo para beber no carro e pedi que ele me esperasse. Levei o vestido nas mãos durante os duzentos metros de caminhada. Chegando no carro, abri o porta-malas, guardei o vestido e peguei a geladeira de isopor com a toalha. Voltei totalmente nua e me sentia nas nuvens. Paulo me ajudou a estender a toalha na grama e nos deitamos sobre ela para aproveitar o sol. Comemos frutas e bebemos refrigerante. Ficamos ali por mais de uma hora. Estava uma delícia. Só fiquei um pouco desapontada por não ter passado. Passaram alguns carros na rua do outro lado do rio, mas daquele lugar não era possível que eles nos vissem. Guardamos as coisas, recolhemos o pouco do lixo que havíamos produzido e voltamos para o carro. Resolvi deixar o vestido no porta-malas. Faltava pouco para começar a escurecer.

Paulo dirigiu por mais alguns lugares e, quando achávamos algo interessante, parávamos e descíamos para tirar fotos. Já estava razoavelmente escuro quando passamos por uma estrada, ao lado de um distrito industrial onde havia um ponto de ônibus. Estava totalmente deserto. Paramos o carro e eu fui até o ponto, fingindo que estava esperando. Paulo tirou mais algumas fotos e, finalmente, voltamos para a casa dele. Estávamos com fome e decidimos pedir comida chinesa. Ligamos e pedimos para que entregassem. Eles disseram que demoraria uns quarenta minutos para entregar, então começamos a transar na sala da casa dele enquanto esperávamos. O entregador tocou a campainha muito antes do que esperávamos e tivemos que interromper nossa sessão na metade. Eu olhei para Paulo e dei um sorriso maroto. Peguei a chave e fui atender o entregador nua. Paulo ficou olhando pela janela da sala, se divertindo com a reação do homem. A cara do garoto ao me ver nua pela abertura do portão foi indescritível. Ele quase caiu de costas. Peguei o pacote das mãos dele e perguntei o preço. Tive que perguntar duas vezes para que voltasse à realidade e conseguisse me dizer o valor. Pedi desculpas, pois não tinha o valor em dinheiro, teria que fazer um cheque. Pedi que ele aguardasse e entrei na casa. Voltei rapidamente com o talão de cheques e a caneta.

O garoto ficou o tempo todo com os olhos fixos em mim. Podia sentir o calor do seu olhar sobre minha pele. Entreguei-lhe o cheque e agradeci sua paciência. Acho que não ficaria bravo se eu demorasse mais para preencher aquele cheque... Fechei o portão e voltei para o meu namorado que me esperava na sala, rindo e extremamente excitado. A comida teve que esperar um pouco. Tínhamos assuntos inacabados para resolver...

02:10 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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