05-01-18

Cunhadas quentes

Quero contar uma experiência que tive: foi algo que aconteceu comigo e que mudou totalmente meu ponto de vista em relação às cunhadas que temos...
Era verão de 2002, na praia de Barra Grande, na Ilha de Itaparica/Bahia. Eu estava de férias junto com minha namorada Letícia, minha cunhada Carol e o marido dela, Carlos. Chegamos lá por volta das 09:00h de uma terça-feira. Descarregamos o carro, arrumamos tudo, mudamos de roupa e fomos logo nós quatro para a praia.
Sentamos numa barraca e começamos a tomar umas cervejas, menos minha namorada que não bebia. Por volta da sexta cerveja, comecei a sentir a perna de Carol alisar a minha por debaixo da mesa. Tremi no começo, mas depois deixei, achando que era só uma forma de carinho (até parece)...
Fomos para casa por volta das 14:00h. Almoçamos e ficamos na sala assistindo à televisão e descansando. Já eram umas 17:00h, quando Carol me convidou para ir caminhar na praia. Carlos estava dormindo e Letícia estava cansada e não quis ir.
Fomos caminhando e conversando, quando surgiu o assunto sexo. Senti que ela estava interessada em saber como eu fazia com sua irmã, pois Letícia não contava nada, mas ficava louca só de pensar. Caminhamos uns quatro ou cinco quilômetros e paramos embaixo de um coqueiro. Descansamos e ela me chamou para tomar banho. Aceitei e fomos. Durante o banho, continuamos a conversar sobre sexo e meu pau ficava mais duro a cada palavra. Fiquei meio sem jeito quando ela me chamou para sair da água. Estava de sunga e meu pau quase pula para fora. Ela viu e sorriu:
- Que pau grande você tem, hein!!! Deixa eu ver melhor...
Abaixou minha sunga e agarrou meu cacete com uma fome louca. Fiquei louco e ao mesmo tempo com medo, pois era minha cunhada, casada e eu amava a irmã dela.
De repente, ela se agachou e começou a chupar-me ferozmente, como sua irmã nunca chupara. Não aguentei segurar e gozei dentro de sua boquinha. Ela engoliu tudinho e, ao mesmo tempo, tirou seu biquíni minúsculo, pedindo para eu chupá-la. Não pensei duas vezes e comecei a chupar aquela xaninha linda. Enfiei o dedo no cu dela, ouvindo o gemido louco que ela fazia. Gozou na minha boca como uma vadia. Então, ela ficou de quatro e pediu para que eu metesse na sua boceta bem gostoso. Fui sem camisinha mesmo, ela adorou e gozou mais uma vez. Eu, olhando para aquele cuzinho arrebitado, moreninho e apertadinho, como não comer? Tirei meu caralho ainda duro e coloquei-o naquele cu delicioso. Ela gritou muito e até pediu para que eu parasse, mas rebolava ao mesmo tempo em que falava que estava doendo. Enfiei a cabeça, depois, bem devagar, enfiei o resto. Era uma delícia. Letícia nunca quis fazer sexo anal comigo. Ficamos no vaivém delicioso por vários minutos, quando gozei bem gostoso, junto com ela, dentro daquele cu maravilhoso.
Deitamos na areia e descansamos um pouco. Depois nos vestimos e fomos correndo para casa, já que eram 19:00 horas e todos já estavam super preocupados.
Chegamos em casa e foi aquela confusão. Falamos que estávamos na casa de uma amiga dela, por isso perdemos a hora. No verão de 2002, todas as tardes possíveis transávamos no mesmo local. Esse verão só conseguimos transar oito ou dez vezes, mas foi intenso como nunca.
Infelizmente, não estamos mais nos encontrando como antes, pois terminei com sua irmã. Só nos encontramos escondidos para transar...

02:14 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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