06-01-18

Camila

 

Hoje tenho 30 anos. O fato que passo a narrar, porém, aconteceu quando ainda contava apenas 11 anos. Éramos, à época, três irmãos. Eu era o mais novo dos três. Como nossas idades não diferiam muito, sempre tomávamos banho juntos, auxiliados por uma amiga da minha mãe. Com o tempo, em virtude dos mais velhos se tornarem pré-adolescentes, apenas eu continuava sob os cuidados da Camila – chamarei assim a amiga da mamãe.

Camila era uma senhora de quase trinta anos. Era casada, mãe de duas garotas lindas, estatura mediana – creio que em torno de 1,67m. Descreverei apenas depois as características do corpo de Camila para não perder o foco cronológico da narrativa porque somente depois é que também comecei a olhar pra ela não como uma amiga da mamãe, mas como uma mulher fogosa e safada!

Sabe-se que toda criança tem por obrigação o banho diário – esse hábito indígena se firmou entre os brancos. Quando fiz onze anos, minha mãe resolveu trabalhar. Passou a vender roupas e cosméticos e, por isso, saía muito e nos deixava, a mim e aos meus outros dois irmãos, sozinhos. Temendo deixar a casa desprotegida, ela sempre nos colocava para estudar em horários diferentes. Talvez acaso ou predestinação, fato é que, nesse ano, meus dois irmãos mais velhos estudariam a tarde e eu, de manhã. Isso criaria uma insegurança, mas acabou se tornando um alívio para minha mãe porque a amiga, Camila, prontificou-se a cuidar de mim todas as tardes, alegando que trabalhava apenas no turno da manhã e não custava nada cuidar do “nenenzinho” – dizia ela!

Como os horários não coincidiam e em função do que já expus, meus irmãos passaram a não ter direito ao banhinho da amiguinha da mamãe. A partir do início das aulas, apenas eu estava sob os cuidados da Camila que sempre me banhava no início da tarde, quando meus irmãos já estavam na escola, minha mãe nas vendas e meu pai no quartel. No início não achava nada estranho. Ela me banhava com o desvelo de uma verdadeira mãe e isso acontecia desde os meus nove anos. Nunca tive o cacete muito grande, mas, para a minha idade – onze anos – era uma vara até considerável. Creio que desde nove anos que meu tarugo tem a medida de agora: 16cm x 5cm. O tamanho não importava tanto porque nunca tinha tido ereção durante os banhos com a Camila. Na verdade, nunca tinha tido uma ereção! E os banhos continuavam...

Numa certa tarde, creio que de uma sexta-feira, algo mudou entre mim e Camila. Estava numa sessão normal de banho quando, não sei se por outro feliz acaso do destino ou intencionalmente, Camila derrubou o sabonete. Ao se baixar para pegá-lo – é bom dizer que não era a primeira vez que isso acontecia sem nenhuma maldade – ela ficou com a boca à altura da minha pica. Permaneci como estava... Ela também. Porém, notei que, a partir desse momento, ela passou a olhar mais fixamente pra ele – o tarugo! Nunca havia passado por isso. Nunca uma mulher olhara tão desejosa para meu cacete...

Fiquei sem jeito, todo envergonhado. Parece que ela percebeu minha timidez e tentou disfarçar os olhares. O banho continuou... Na hora de me ensaboar, talvez movido pela imagem ainda persistente dos olhares dela para o meu cacete, não sei explicar – confesso que ainda hoje não sei –, tive uma rápida ereção. Não fiquei totalmente duro, mas pra ela que me banhava fazia muito tempo e, principalmente, pra mim, aquilo era algo fora da normalidade. Tive tanta vergonha que saí do banho, correndo. Enxuguei-me sozinho e fui para o quarto deitar, na tentativa inútil de conseguir dormir. Passei o resto da tarde pensando naquela mulher, nos olhares de desejo que ela me havia dado durante o banho... Meu cacete agora doía de tesão – acho que foi a primeira ereção de verdade e consciente que tive na vida!

Saí do quarto somente depois que minha mãe chegou. Camila ainda estava – sempre fazia isso. Saía somente depois que todos chegavam, à exceção do meu pai que sempre voltava tarde. Ela me olhou diferente naquele dia. Também não olhei pra ela da mesma forma. Nunca tinha reparado, mas Camila tinha um corpo muito bonito: morena clara, cabelos castanhos claros – longos e lisos, bunda proporcional, seios médios e duros... Uma cintura fina, sem barriga – raro para uma multípara como ela! Algo nela, porém, passou a ter um poder mágico dentro de mim: os olhos. Não consegui olhar pra ela novamente sem que me viesse à mente os olhares de desejo do qual meu cacete havia sido alvo... Não me contive e tive nova ereção nessa hora – e ela percebeu, tenho certeza!

Ela se despediu de todos e me deu o beijinho no rosto que sempre dava quando ia embora. Nessa noite, mais por instinto que por conhecimento, bati a primeira punheta da minha vida – pra nunca mais parar de bater – e tive o meu primeiro gozo solitário! A noite foi um sofrimento. Sabia que não poderia mais ficar despido na frente da Camila. Tinha certeza que de agora em diante, ao menor toque das mãos dela, meu cacete ficaria duro...

Passei a noite inteira nessa interrogação. Na tarde seguinte, à mesma hora de sempre, ela chega. Estou sozinho. Ela entra, observa algumas coisas dentro da casa. Assiste a alguns programas de televisão... O tempo parece não passar. Eu, devido à indiferença dela, faço as mesmas coisas de sempre: leio revistas em quadrinhos, brinco de bola no quintal... Chega a hora do banho. “Vamos tomar banho, bebê? diz Camila, aparentando normalidade. Tentei manter a calma. Parei o que fazia e me dirige ao banheiro. Entrei – quis fechar a porta, mas nada justificava isso. Tirei a roupa e liguei o chuveiro. Ela entrou pouco depois.

Estava de costas pra ela quando ela entrou e tão nervoso que, apesar de muito tesão, não tive ereção nenhuma! Meu pintinho ficou acuado, temendo a presença da felina que dele se aproximava! Continuei o banho. Ela apenas me observava – não olhava pro meu cacete. Como num ritual, tão logo fechei o chuveiro, ela se aproximou com o sabonete para me ensaboar. Passou-o nas minhas costas, nos braços, nas mãos... Tomei nova ducha. Ela pôs xampu nos meus cabelos e pediu para que eu me lavasse. Obedeci. Ela, por fim, começou a ensaboar meu corpo à altura do púbis...

Não resisti. Aos poucos, à medida que ela me ensaboava, a ereção era imprescindível... Ela tentava manter a calma e continuava com o sabonete no meu cacete, ensaboando... Ensaboava de modo diferente das outras vezes: ao invés de apenas passar o sabonete nele, apertava-o com a mão, fazendo carícias alucinantes... Hoje sei que, na verdade, estava a me masturbar discretamente – as alisadas, os sobe e desce... Nossa... Que delícia! Ficou assim por um bom tempo – infinito tempo aos olhos de um noviço do amor primeiro! Tive ímpetos de abraçá-la, de arrancar-lhe a roupa, mas me contive, apenas recebendo as carícias dela que perduraram até um gozo silencioso que tive.

Após o gozo, ela, sem dizer uma palavra e sem esboçar reação, limpou-me o cacete, enxugou-me e me pediu para ir colocar uma roupa. Obedeci. Deitei o resto da tarde até a chegada de todos. Passei o final de semana sem ver a Camila. Aquilo me maltratou muito... Não via a hora de chegar a segunda-feira. Queria, a todo custo, sentir novamente aquelas mãos macias acariciando meu corpo e meu sexo!

Segunda... Tudo quase normal até a hora do banho. Camila, no entanto, estava com uma saia alucinante! Era muito curta e, antes do banho, fiz questão de mudar meus hábitos para ficar um pouco mais na companhia dela durante a novela da tarde. De quando em vez, flagrava umas cruzadas de pernas de Camila que deixavam à mostra – mesmo que por segundos – a xota! Usava uma calcinha vermelha de renda, sem forro, que permitia aos pêlos da pepeca uma saidinha safada, deixando-me louco de tesão! Quando a novela acabou, ela me chamou para conversar. Conversamos – o que não importa! Ela mudou de poltrona. Sentou à minha frente. Mostrava, agora mais freqüentemente, a xota pra mim... Teve uma hora na qual ela ficou descaradamente com as pernas abertas... Percebi algo escorrendo por entre as pernas dela... Pensei que estivesse mijada! Olhava aquilo e ficava assustado... Ela foi ao banheiro. Quando voltou tive uma surpresa! Assim que ela sentou e abriu as pernas novamente, percebi que estava sem calcinha!

Era uma criança ainda, mas entendi, tive a certeza, naquele momento, que minha virgindade estava por um “niriquinho de nada!” Fiquei olhando aquela imensa buceta – não tirava os olhos dela! Nunca tinha visto uma xoxota tão de perto, mas achei linda! A visão não era das melhores, mas a sugestão da nudez efetiva me deu um tesão incontrolável... Pedi para tomar banho... Ela aceitou e fomos. Já no banheiro, não tinha mais o que esconder – sabia que era o meu dia e resolvi agir. Quando ela entrou, já de pau duro, virei-me pra ela e comecei a balançar a pica – não sei se foi uma boa tática, mas parece que deu certo: ela se aproximou e, de chofre, começou a acariciar o meu tarugo! Ela não dizia uma palavra. Apenas me amolegava o caralho! Começou a bater uma punheta mais ostensiva! Não me cabia dentro de mim... Comecei a gemer... Ela não suportou e, aos poucos, despiu-se por inteira, revelando o que meus olhos já suspeitavam: uma xoxota enorme e quente – tive medo quando passei a mão e senti o calor dela! Estávamos os dois nus.

Não sabia bem o que fazer, mas sabia que deveria colocar aquele pinto duro, balançando, nalgum lugar... Ela me ajudou: de cócoras, começou a me chupar até que jatos de porra quente invadiram o espaço, num orgasmo alucinante! Os respingos das golfadas caíram por sobre o corpo de Camila que, sem receios, espalho-os pelo corpo, dizendo palavras obscenas. Depois do último resquício de gozo, ela caiu de boca numa felação sem precedentes na minha vida! Sentia-me realizado, mesmo sabendo que nossa história de amor e de sexo ainda nem começara. Em função da idade, meu mastro da bandeira sequer baixou – talvez também em decorrência da chupada que se seguiu ao gozo...

Ao perceber que estava pronto novamente, Camila perguntou se queria conhecer um segredo dela. Respondi afirmativamente. Ela me olhou e disse que me ensinaria os segredos de se comer uma bunda... Falou que, depois daquela experiência, eu jamais deixaria de conseguir o que todo homem mais deseja de uma mulher: meter numa bundinha!

Ela me deitou no chão do banheiro. Ficou de cócoras sobre mim, respirou fundo... Encostou meu cacete na portinha do cuzinho dela... Soltou a respiração e desceu dentro de mim... Enquanto descia, respirava fundo e soltava a respiração... Cada detalhe do que fazia me foi cuidadosamente repassado... Aos poucos fui sentindo as paredes do botãozinho dela dando lugar ao meu cacete que o invadia delicadamente... Depois que entrou tudo ela parou. Ficou assim alguns instantes – disse que era pra acostumar com ele! Depois começou a subir e a descer em cima de mim, ainda lentamente... Eu estava maluco... Ela gemia agora... As estocadas ficavam mais fortes e freqüentes. Camila rebolava: ora pulando, ora deslizando pra frente e pra trás...

Lentamente, ela põe o corpo pra frente e fica de quatro – sem deixar que meu cacete saísse dela! Olha pra mim, cara de safada, e pede para que eu meta gostoso na bundinha dela. Pede pra eu meter bem forte, assim: “Bebê: você tira quase tudo... Deixe apenas a cabecinha dentro, tá! Depois que eu soltar a respiração, você empurra tudo de uma só vez...” E assim foi feito...

Era mágico ver a cara de satisfação de Camila... A cada estocada que eu dava, sentia as paredes da bundinha dela cedendo... Era maravilhoso entrar naquele pórtico dos Deuses! Enrabei gostoso Camila até o gozo... A visão do meu esperma escorrendo por entre as pernas de Camila, após sair do anelzinho dela, tinha algo de mágico, de sobrenatural! Fiquei atolado dentro da bundinha dela até meu cacete amolecer e sair sozinho, escorregando.

Nessa mesma tarde, meti na bundinha – e apenas na bundinha de Camila – mais três vezes. Ela adorava sexo anal! Apesar de uma xota deliciosa e quente, raramente fazíamos sexo vaginal! O que ela gostava mesmo era de uma penetração na bundinha... Nunca encontrei uma outra mulher com tanta tara por cacete na bunda! Nossa relação durou até meus quinze anos quando o marido dela, oficial da aeronáutica, foi transferido para outro estado.

Nunca mais nos vimos, mas ainda hoje sinto muita saudade da mulher que por mais vezes me deu a bundinha e que adorava quando minha língua passava, às vezes quase meia hora, bolinando o que costumava chamar de o meu “botãozinho do amor”.

02:16 Gepost door Pé de Cenoura | Permalink | Commentaren (0) |  Facebook |

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